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Seu cliente quer economizar R$30 mil/mês — mas não quer comprar uma bateria

  • há 3 dias
  • 3 min de leitura

Essa semana realizamos o primeiro webinar da série da SunBridge sobre BESS (Battery Energy Storage System), e uma coisa ficou clara: o mercado de armazenamento de energia finalmente começou a ganhar tração no Brasil.

E isso faz sentido.

Com o aumento das tarifas, crescimento da energia solar e pressão por eficiência operacional, muitos clientes comerciais e industriais começaram a perceber que existe dinheiro “vazando” diariamente na conta de energia.

A pergunta deixou de ser:

“Bateria funciona?”

E passou a ser:

“Onde ela já faz sentido econômico hoje?”

O que é um BESS?

BESS significa Battery Energy Storage System — um sistema que armazena energia elétrica para uso posterior.

Na prática, ele funciona como um “pulmão energético” da operação:

  • armazena energia barata

  • utiliza energia em horários caros

  • reduz picos de demanda

  • melhora qualidade de energia

  • complementa geradores

  • aproveita excedente solar

Ou seja: não é apenas um equipamento.É uma ferramenta operacional e financeira.


Como o BESS gera retorno?

Durante o webinar mostramos que o BESS pode gerar economia de diferentes formas, dependendo do perfil do cliente.

1. Load shifting

A bateria carrega fora ponta (ou com solar) e descarrega na ponta, substituindo energia cara por energia barata.

Hoje essa já é uma das aplicações mais fortes para clientes Grupo A no Brasil.


2. Peak shaving

O BESS também pode reduzir picos de demanda e evitar multas por ultrapassagem, além de otimizar demanda contratada.

Muitas empresas pagam caro por ineficiências que só aparecem quando analisamos a curva de carga.

3. Qualidade de energia e backup

Outro tema importante foi qualidade de energia.

Em muitas operações, o problema não é apenas falta de energia, mas:

  • oscilações

  • afundamentos de tensão

  • instabilidade elétrica

O BESS ajuda a estabilizar a operação e também pode funcionar como um “nobreak gigante”, com tempos de resposta da ordem de 20 ms.



O modelo BESS-as-a-Service da SunBridge

A maior barreira do mercado ainda é o CAPEX inicial.

Por isso a SunBridge estruturou um modelo onde:

  • financia o sistema

  • coordena instalação

  • acompanha operação e manutenção

E o cliente paga uma mensalidade ao longo do contrato.

Sem investimento inicial.Sem imobilizar caixa.Sem precisar virar especialista em bateria.

Ao final do contrato, o sistema passa a ser do cliente.


Um exemplo apresentado no webinar

Mostramos um caso de uma indústria:

  • ~80.000 kWh/mês de consumo

  • ~9.000 kWh/mês na ponta

  • Grupo A

Resultado estimado:

  • ~R$32 mil/mês de economia

  • ~R$23 mil/mês de mensalidade

  • ~R$9 mil/mês de ganho líquido imediato

Sem CAPEX.

Isso muda completamente a conversa:o cliente deixa de perguntar “quanto custa a bateria?” e passa a perguntar “quanto estou perdendo por não ter uma?”


Oportunidade para EPCs e parceiros comerciais


Outro ponto importante do webinar foi como o armazenamento abre novas oportunidades para EPCs, integradores e parceiros comerciais.

Muitos já possuem bases de clientes que:

  • sofrem com tarifa ponta

  • usam diesel

  • têm problemas de qualidade de energia

  • já possuem solar instalada

Ou seja: o cliente continua o mesmo.A solução é que evoluiu.

O BESS permite:

  • aumentar ticket médio

  • monetizar a base instalada

  • criar recorrência

  • abrir novas oportunidades comerciais


Por isso a SunBridge também está estruturando modelos de parceria comercial e EPC para expansão do mercado BESS no Brasil.

Esse foi apenas o primeiro webinar da série da SunBridge. Nos próximos encontros vamos aprofundar:

  • como identificar clientes ideais para BESS

  • como qualificar projetos

  • aplicações reais

  • treinamento técnico com fabricantes e engenheiros

 
 
 

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